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Nova morada

por Marquês, em 30.10.19

Porque o Marquês desapareceu mas continua digital, decidiu mudar de ares, que é como quem diz, tem casa blogosférica nova.

 

Diz que agora assentou arraiais por aqui: escritoriodomarques.blogs.sapo.pt

 

Sintam-se à vontade para visitar. Mas limpem os pés à entrada e não desarrumem a coleção de Pops.

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Obrigado, Capitão

por Marquês, em 28.09.18

Para os benfiquistas mais jovens, onde me incluo com os meus 29 anos, não há anos de Cristo para contar. Mas também há uma era AC e outra DC. E ontem, 25 de setembro de 2018, foi o dia da mudança. Hoje, meus amigos, vivemos o primeiro dia do ano 0 DC (Depois do Capitão).

 

 E por isso, venho por este meio dizer ao mundo: Obrigado, Capitão.

 

Para qualquer benfiquista, Luisão não é apenas Luisão. Não é o Girafa. Não é Anderson Luis. É, pura e simplesmente "Capitão". Se os adeptos mais antigos têm Coluna, nós temos Luisão.

 

Sim, estou a colocar Luisão no patamar onde só as lendas merecem estar. Porque ele o merece.

 

15 épocas ao serviço de um clube que se tornou seu. 15 temporadas de águia ao peito. 15 anos onde se tornou um membro da família benfiquista, vindo do outro lado do Oceano.

 

Já não há contos de fada no futebol. Já não histórias de amor eterno. Já não há amor ao símbolo. 

 

No meu tempo de futebol, Luisão é das memórias mais vivas que tenho do Benfica. Se muitas vezes festejei mais uma vitória, era Luisão que segurava a equipa ou ostentava a braçadeira. 

 

Porra... entrou no top de jogadores que mais vezes envergou o manto sagrado (só perde para Nené). Jogador estrangeiro com mais jogos. Jogador com mais presenças nas competições europeias. Jogador com mais títulos da história do Benfica!

 

Quando Luisão chegou ao Benfica, no verão de 2003, um jovem de 22 anos, uma promessa do futebol brasileiro, o Benfica estava há mais de 10 anos sem ser campeão nacional! Tinha sido 6º classificado poucos anos antes. 

 

Luisão cresceu e fez crescer alguns dos maiores defesas centrais do Mundo. Ricardo Rocha, David Luiz, Garay, Lindelof, Jardel e Ruben Dias cresceram a seu lado.

 

Quando fecho os olhos e tento lembrar-me de quem foi o Luisão, duas imagens surgem na minha mente. Luisão a agarrar o símbolo no peito e a gritar a plenos pulmões; Luisão, de braçadeira no braço a erguer mais um troféu. Foram 20! 20 títulos! Caramba.

 

 

 

 

Merecia terminar a carreira a segurar uma última vez a taça de campeão. Carregado em ombros pelos colegas. 

 

A vida às vezes é ingrata. E tudo o que possa escrever é pouco.

 

Obrigado, Capitão!

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Gente fina também vai ao guetto

por Marquês, em 15.11.17

Primark.

 

Sim, leu bem. A Primark é o guetto. Já vi feirantes comprar umas calças na Primark a 7,99€ e vender a 15€ na feira.

 

Mas isso não interessa nada. A Primark até tem coisas engraçadas e "out of the box" (tudo fica melhor em inglês, certo?).

 

Portanto, gente fina também lá vai. É uma loja, tem produtos que interessam às pessoas em geral, tem alguns produtos efectivamente mais baratos que a concorrência e a qualidade hoje em dia é bastante duvidosa (lembram-se daqueles frigoríficos que duravam 30 anos e das calças que iam à máquina umas 500 vezes?).

 

Portanto, gente fina também lá vai mas não vai à Primark. Gente fina vai à Pr(a)imark! Porque não se mistura com a ralé que diz vulgarmente Primark. 

 

Eu vou à Pr(a)imark mas podia ter ido à Gucci!

 

 

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Para quem gosta de bandas de covers

por Marquês, em 06.11.17

O Tony está de volta para mais uma digressão patrocinada por uma cadeia de supermercados!!!

 

Quem quiser ver o Tony sem ser no Festival do Marisco de Olhão ou naquela romaria que fazem ali para os lados do Marquês com animais e hortaliças, reserve já as datas que isto agora até ao Natal o homem vai andar em grande!

 

(dá para ver que estou muito excitado?)

 

 

 

Para quem gosta assim de bandas de covers e velhotas atrevidas, ide pesquisar as datas. Começa já na próxima semana em Aveiro.

 

É provável que pelo meio cante assim uma cantiga ou duas de sua autoria tipo os clássicos "Sonhos de menino" ou "Depois de ti"... ah, espera...

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Os médicos são mesmo assim?

por Marquês, em 02.11.17

Tenho 28 anos e tenho medo de agulhas. E de aranhas, mas isso agora não interessa. E não, não estou a falar de vacinas - nisso sempre fui bastante corajoso -, estou a falar de agulhas a sério. Género tirar sangue. Não consigo. Tenho pavor. Talvez um dia evolua nesse sentido pois mesmo percebendo a importância de doar sangue para salvar outras vidas, até hoje nunca fui capaz de aceitar a agulha.

 

E não gosto de hospitais. O simples cheiro a hospital deixa-me enjoado. A imagem que tenho de um hospital é uma sala de espera onde um grupo de pessoas com ar cabisbaixo se junta. Umas com sangue a escorrer de uma ferida exposta, outras com elevados graus de febre, outras a tossir compulsivamente, outras simplesmente com um aspecto pálido. Chamem-me picuinhas mas hospitais não é a minha praia. 

 

Depois também há o facto de o pessoal da triagem nunca me levar a sério. Uma vez, das poucas que fui às urgências, entrei na sala de triagem a tossir compulsivamente, pálido como uma parede (daquelas brancas e limpas), com fortes dores na zona dos brônquios e na garganta - para além das dores abdominais de quase duas semanas a tossir os pulmões para fora. Estávamos em Agosto. Veredicto: pulseira verde. Estimativa de uma tarde na sala de espera. Psicologicamente senti que estava óptimo para ir para casa, zero dores, zero tosse. Na verdade, deixei meio pulmão na sala de espera em apenas 15 minutos. Um dia e meio depois, quando fui atendido, a médica ligou-me a uma máquina de aerossóis e receitou-me uns comprimidos quaisquer: tinha uma broncopneumonia. Pulseira verde!!!

 

Na televisão avolumam-se as séries de médicos e hospitais. Tudo bem, nada contra, até se aprende umas coisas (quem não descobriu que existia uma doença chamada lúpus à pala do Dr. House que atire a primeira pedra!).

 

Contudo, há fenómenos que me preocupam. Como devem calcular, é raro ir ao médico (estive quase duas semanas a tossir os pulmões até ir ao médico), de modo que não percebo muito bem o funcionamento do sistema. E, ao ver séries, fico com muitas dúvidas. Estive ontem a ver um episódio de uma série conceituada sobre a vida num hospital e fiquei preocupado. Estiveram 15 minutos de volta de um transplante de um órgão - parecia o Leonardo Dicaprio a abrir o cavalo para ganhar o Oscar. Até aqui tudo bem mas... e há sempre um mas, estiveram 14 minutos a provocar-se e a comentar assuntos do episódio anterior. Atiravam o bisturi para dentro do cavalo, perdão, ser humano a ser operado, sem sequer olhar!

 

Vocês não sei, fiquei com receio de alguma vez precisar de ser operado.

 

Leitores com conhecimentos mais profundos de medicina avançada, o bloco operatório é uma sala de bate-papo?

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