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Malditas praxes!

por Marquês, em 15.09.15

Agora que já consegui a vossa atenção: não sou contra as praxes!!! (ahhhhh, vozes de espanto no anfiteatro "Uma fatia de pão e um copo de vinho")

Praxei e fui praxado!!! (ehhhh, mais vozes de espanto)

Chamei bestas a seres humanos e subjuguei-os ao meu autoritarismo, qual Hitler! (ihhhh, que horror, que tragédia)

E voltaria a praxar e a ser praxado! (ohhhh, tanto espanto, tanto drama, tanta emoção)

Se calhar ia mais numa de praxar, já não tenho idade para andar com a cara na lama e com água até acima dos joelhos e todo pintado com baton - excepto se for numa festa qualquer no Bliss! Aí vale tudo, meninas! (uhhhhh...)

 

Entrei para a universidade cheio de ilusões.

Acho que acontece com a maioria. Tinha receio de escolher um curso pouco badalado ou uma universidade de ranking duvidoso. Resultado: não consegui entrar na primeira opção e fui parar a um curso de ciência política numa universidade boa em Lisboa. No final do primeiro semestre já tinha decidido que ia desistir.

Acabei por me graduar (gosto desta palavra) no Algarve em Ciências da Comunicação. Uma universidade sem grande protagonismo, sem professores catedráticos que aparecem na televisão, sem colunistas famosos de jornais e revistas, sem vedetismos. 

 

Sabem quantas vezes o factor universidade pesou na decisão dos meus empregadores: zero! Nunca me senti excluído por não ter estudado nas grandes universidades portuguesas.

 

Avançando... agora, no mundo de trabalho, convivo com colegas e clientes que estudaram em outras universidades e outras áreas. Alguns têm dos melhores cursos nas melhores universidades no país, outros são mais simplórios como eu. E a verdade é que já tenho aprendido com todos e já tenho visto doutorados com um CV académico impecável que só fazem asneiras. Parece que não se ensina o que é a vida nas aulas teóricas.

 

Resumindo: minhas bestas! Ups, desculpem a agressividade, entusiasmei-me... Meus caloiros e caloiras - atenção, a menina aí atrás de decote provocador pode chegar-se à frente - é relevante escolher uma boa universidade mas, e isto é importante, o fundamental é que tentem aprender fora das aulas. Nos bares, no apartamento daquelas malucas que andavam a beber tequilla como se fosse sumo de laranja, no bar da universidade, no Facebook a eliminar as trezentas fotos em que foram marcados a lamber a boca de uma menina roliça, nas conversas de café, no restaurante dos jantares de curso, nas páginas dos jornais desportivos, na televisão... Em todo o lado, pronto. Nunca pensem que sabem o suficiente nem nunca ignorem uma oportunidade de aprender algo novo. Lembrem-se: dentro das salas de aula não se ensina sobre a vida!

 

E agora uma frase fixe para terminar: knowledge is power! Ganda pinta!

 

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