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Que faço aqui?

por Marquês, em 11.12.13
Ontem, por culpa de uma rapariga que conheço (não vou chamar amiga porque ela depois fica a pensar coisas e eu nem curto muito dela), revivi um pouco do meu passado e lembrei-me do porquê, da razão de ter criado este blogue.

Aqui tenho de abrir outro parêntesis sem parêntesis, eu sei que sou um jovem de 24 aninhos e meio, um gaiato, mas já vivi 24 anos! E isso são muitos meses, 294 para ser mais exacto. Sabem quantas coisas se podem fazer em 294 meses? Também não sei mas calculo que sejam muitas, imensas, bués! Por isso, tenho legitimidade para dizer que tenho um passado, tal como tenho um presente e espero ter um futuro! Agora o leitor pergunta (voz esganiçada porque os leitores para mim têm voz esganiçada) "como se pode abrir parêntesis sem parêntesis?". Caro leitor, companheiro, amigo, não sou nenhum génio da gramática para lhe explicar isto contudo, e como este é o meu espaço, posso imaginar que é possível fazer isso e faço. Se reparar, abri parêntesis ali atrás e você nem se apercebeu. Tal como altero os tempos verbais, falo consigo, contigo ou convosco e no momento a seguir volto para o meu monólogo. Não me venham com morais de escrita, Saramago não sabia usar pontuação e ganhou um Prémo Nobel, a partir daí considero uma asneira subestimar alguém que não sabe escrever. Quando vejo a garotagem escrever com "x" e "k" no meio das palavras ou atirar biqueiradas com força na língua de Camões, já não choro, pode estar ali o próximo Saramago. E sim, comparei Saramago a um adolescente estúpido que "axa k sabe tipo xcrever e mndar sms fixes pro ppl"!

A razão de ter criado este blogue? Eu falei nisso? Peço desculpa, se calhar precipitei-me. Não existe razão, os génios são incompreendidos e podem realizar acções sem nexo, são génios. Desculpem? Ouvi alguém dizer que eu não sou um génio? Lá está, somos incompreendidos. Ia lá eu ter uma razão para escrever um blogue. Escrevo porque me apetece, sobre o que me apetece e quando me apetece! Agora dizem-me que sou um sacana para os leitores e que não penso neles? Errado, companheiros! Penso muito em vocês, simplesmente confio que vocês continuam a vir aqui porque gostam de mim como eu sou. Essa é a minha magia, a minha mística - quero que os leitores venham cá porque gostam da forma como eu escrevo e não porque gostariam que eu escrevesse assim ou assado. Felizmente Portugal tem excelentes escritores e alguns bloguers muito bons. Eu sou apenas diferente. Sou a RTP2 dos blogues - "Só vê quem quer ver"! Não me interpretem mal, não sou convencido, sou um génio. E adoro que vocês venham cá. As vossas visitas têm um significado para mim.

Portanto, podem continuar a contar com algum humor parvo, algumas críticas infundamentadas e textos estúpidos. Quero que saibam que, quando estou aqui a escrever, posso ser um actor mas estou a representar-me a mim próprio. Nas minhas histórias e estórias, nos meus dramas do dia-a-dia, nas minhas revoltas contra tudo e todos, sou eu. Até quando parto para o mundo da imaginação continuo a ser eu. E esse "eu" adora...

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