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Aqui, o Marquês filosofa sobre a vida e a existência de esquilos voadores. Às vezes, o Marquês está bêbedo e refere-se a si na terceira pessoa. Sintam-se em casa, mas não coloquem os pés no sofá.
Somos contra o bullying e a violência doméstica e a violência contra animais e contra a guerra e contra os polícias que batem nos adeptos e vá, somos contra a violência no geral.
Caso:
Na Rússia, uma empregada de mesa espetou um murro e duas pauladas com a ementa na tromba de um imbecil (leia-se cliente) e o mundo bateu palmas. As redes sociais inundaram-se com partilhas do vídeo e até os jornais diários fizeram questão de mostrar este acto heróico da rapariga.
Acho bem! O imbecil, a.k.a. cliente, assediou e apalpou a empregada - nota: estamos no século XXI - e ela defendeu-se, basicamente, e arrumou com o imbecil, aliás, cliente.
Fica a pergunta: somos a favor ou contra a violência? Espetar duas "ementadas" no focinho de um imbecil, ou cliente, não é violência? Será menos violêcia por ser uma mulher? Será menos violência por ser um bêbedo? Será menos violência por ela não usar cassetete?
Vamos todos insurgir-nos contra o polícia que bateu no adepto - este polícia é um anormal, merecia que lhe arrancassem os pêlos do peito com uma pinça, um a um! Mas vamos bater palmas à mulher que bateu no imbecil, ou cliente!
Ah mas são situações diferentes, pois são. E nós somos hipócritas e adoramos violência!