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O site é: http://playback.fm/birthday-song

 

Como sou um rapaz na vanguarda da parvoíce, fui fazer o teste! Nascido na fantástica década de 80, tinha de me calhar uma balada rock com um videoclip que se passa numa pista de danceteria. Acho que o "Portem-se bem", dos Peste e Siga, ou "Bairro do Amor", de Jorge Palma, também encaixavam bem comigo. Afinal de contas sou rapaz que gosta de música pimba acompanhada de petiscos e minis e de karaoke!

 

 

Rock On by Michael Damian foi o que me calhou. A letra não é propriamente um espécime exemplar da música dos loucos anos 80 mas tem a sua musicalidade de danceteria.

 

"Hey kids rock and roll,
Rock on, ooh my soul
Hey kids boogey too, did ya

Hey shout, summertime blues,
Jump up and down in my blue suede shoes
Hey kids rock and roll, rock on

And where do we go from here?
Which is the way that's clear

Still looking for that blue jean, baby queen
Prettiest girl I've ever seen
See her shake on the movie screen, Jimmy Dean
James Dean, rock on"

 

Fiquei também a saber que posso ter sido concebido ao som de Monkey, de George Michael... Bem, sempre ajudava a explicar os pêlos no peito...

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Notícia que mais me revoltou esta semana, revoltou mas não se preocupem que não vou organizar nenhuma manifestação ou greve, o mundo vai continuar como se nada se passasse e por isso vou apenas desabafar neste meu diário digital: "Exames a sério levam alunos de 10 anos a pagar explicações" - in Diário de Notícias, 02 de Abril de 2013. Com direito a duas páginas, onde ainda defendem as criancinhas.

Em primeiro lugar só quero insurgir-me um bocado contra. Contra o quê? Contra a notícia, contra as crianças, contra os professores, contra os pais, contra o Ministério da Educação, em suma, contra! Só podem estar a gozar. Vejo apenas uma explicação credível para esta notícia fazer sentido: estamos a formar super-inteligentes! O quê? Não estamos a formar super-inteligentes? Então algo de errado se passa.

Se um aluno precisa de explicações é porque: ou o professor é mau ou o aluno tem dificuldades nessa matéria ou um bocado de ambas. Se um aluno precisa de explicações para um exame é porque ou o exame é mesmo muito complicado ou o aluno foi mal preparado pelos professores. Com 10 anos as crianças estão no 4.º ano de escolaridade e, muito distante da antiga 4.ª classe, o 4.º ano é 1.º ciclo, ensino primário ou pré-básico. Não consigo perceber como é possível uma criança não conseguir realizar um exame aos 10 anos. Podem existir atenuantes ou variáveis consoante os professores ou os alunos. Há crianças que demoram mais até perceber certas matérias, seria um insensível se não reconhecesse isso. Mas o professor da primária é considerado um educador (e não esquecer que as crianças começam a entrar em creches e ateliês cada vez mais pequeninas), tem a obrigação de preparar a criança na fase mais importante da sua aprendizagem. E pegando no título "exames a sério", como podem criar exames a sério para pequeninos de 10 anos? Ou o título é exagerado ou o Ministério está a ser exigente demais. De qualquer das formas, não faz qualquer sentido.

Com uma década eu não tinha powerpoints nem Internet nem Iphones, mas já percebia inglês para conseguir jogar na antiga Megadrive, sabia fazer contas de cabeça porque só conheci a calculadora no ensino básico, percebia o que a professora/educadora me dizia e consegui desenvolver bastante o sentido crítico (reza a lenda que era muito espevitado e estava sempre a fazer perguntas a querer saber mais). Muita coisa mudou desde então mas, agora, aos 10 anos já vejo miúdos com smartphones e a mexer em computadores mas não conseguem realizar um exame? Ou os jovens estão a ficar mais burros, ou os professores são muito maus nos dias de hoje...

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Uma Aventura no Jardim/Bosque

por Marquês, em 22.02.13
Numa viagem cultural, e de descontracção, dei por mim num jardim que mais parecia um bosque. É isso mesmo, fui visitar o jardim de um museu/fundação e encontrei um verdadeiro bosque. Árvores, muito espaço, um curso de água, mais árvores, mais espaço, um jardim e muita natureza. Eu já vi jardins e aquilo, meus amigos, era um verdadeiro bosque.

Enquanto vagueava pelo "jardim" comecei a magicar histórias e a desvendar mistérios. Como foi durante a semana, estavam lá grupos de jovens estudantes em visitas de estudo. A vaguear, a tirar fotografias, a correr, estavam a divertir-se na imensidão do bosque. Muitos deles, possivelmente, só conheciam a natureza das histórias de encantar e isso pode explicar a forma maravilhada como viam aquela imensidão de natureza à sua volta. E eu parecia que estava dentro de um livro da Isabel Alçada e da Ana Maria Magalhães! Não só pela vertente cultural mas também pelo enigma "seria um jardim ou um bosque" ou ainda pelo facto de as crianças desaparecerem no meio das árvores para depois voltarem a aparecer atrás de umas moitas, sabe-se lá a fazer o quê. E fiquei com a sensação que, a certo ponto, vi uma patada de um tigre!

Ponto de reflexão: crianças nos seus 13, 14 anos com grandes máquinas fotográficas. Senti-me velho. No meu tempo, carregava comigo uma pequena máquina fotográfica de 3.1 megapixels. Aquelas crianças tinham câmeras com objectivas enormes. Aliás, um simples smartphone tem o triplo dos megapixels das máquinas fotográficas que eu conhecia até entrar para a universidade. É a idade.

De tão pequeno que era o jardim, havia uma enorme equipa de funcionários por lá, jardineiros e afins. E aí vi algo que me intrigou: um desses funcionários passeava em passo acelerado, com uma caixa debaixo do braço, pelo bosque abaixo em direcção a uma zona rescondida onde eu teria medo de entrar sozinho. Tendo em conta que havia crianças a passear por lá, ao cuidado de um professor por cada 20 alunos, comecei a imaginar o pior. Era a cabeça de uma criança que seguia escondida na caixa, tenho quase a certeza! Ainda pensei em alertar os professores: "olhe, se no final da visita de estudo sentir a falta de alguém, vão encontrá-la numa caixa que um dos funcionários carregava e possivelmente foi enterrar junto àquela azinheira". Estive quase para ir ter com os professores. Mas a rapariga que estava comigo, por quem nutro um sentimento, disse que era melhor não o fazer e puxou-me para fora do jardim. Contudo, continuo a pensar nisso. Um crime aconteceu ali e uma criança desapareceu. O bosque era grande, era fácil esconder o corpo. Pobre criança, atacada por um sujeito com jardineiras e um ar de psicopata. Enfim, a tarde passou e acho que nenhuma criança desapareceu e a caixa levava apenas uma sandes de queijo e fiambre. Espero eu...

Isto é o curso de água lá no jardim. Foi por estas escadas que o funcionário carregou o corpo do jovem

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