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Aldeia global na grande lisboa

por Marquês, em 07.01.13
Globalização, aldeia global, todos nós já ouvimos estes termos em algum momento da nossa vida. Hoje em dia, com a rede de transportes cada vez mais avançada e com aquilo a que chamamos Internet, os povos, as culturas e os objectos podem vaguear à vontade pelo planeta, regra geral.

Pois bem, há minutos descobri que, se Portugal não fizesse parte da aldeia global, seria impossível entrar num indiano e pedir uma pizza, ser atendido por uma senhora de leste e o cozinheiro falar brasileiro. Isto é um sinal de globalização, e é estranho. Ir a um japonês e ser atendido por um chinês, ainda admito, se tiver os olhos em bico para mim chega como prova de credibilidade. Agora um indiano que vende pizzas feitas por um brasileiro? Que virá a seguir, chineses a grelhar maminha?

Não jantei mal e a sangria estava docinha mas ainda estou desconfiado se o molho de tomate não sabia um pouco a feijão preto. Tenham cuidado amigos que o mundo anda virado do avesso. Não confiem em nada! Não confiem em ninguém! E aproveitem para ir ao cinema ver o novo filme do Tom Cruise, "Jack Reacher". Ou vejam na Internet, eu não conto às autoridades. Ok, eu disse para não confiarem em ninguém e agora coloco-vos duas frases que não fazem sentido se não confiarem em mim... Mas a película está engraçada. Não é candidata a Óscares nem nada que se pareça, não está extraordinária nem é o melhor filme que já vi. Porém, e agora é a sério, está um bom filme de entretenimento com boas cenas de acção e uma história porreira. Aliás, tendo em conta que foi o Tom Cruise que realizou o filme e se auto-nomeou actor principal, eu teria feito o mesmo, ou parecido. O Tom fez um filme em que é um valentão, com experiência militar, as raparigas olham todas para ele, ele bate nos mauzões e não se rege por leis nenhumas. Grande Tom, sempre o mesmo malandreco.

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Problemáticas do dia-a-dia - Parte II

por Marquês, em 12.10.12
Pois bem, é tempo de chegar à prometida (e aguardada) parte II deste tema que afecta toda a gente, e quase ninguém. Vou continuar na estrada e no trânsito caótico da Grande Lisboa.

Passadeiras. Quem foi o estúpido que inventou estes riscos na estrada? Isto é para gozar com alguém? A sério que pensaram que isto ia ser útil? Pois fiquem sabendo que as zebras são perigosas! É verdade! Perigosas! Causam acidentes! Causam atropelamentos! Causam muitas coisas! As pessoas não sabem porque raio existem riscos na estrada! Ninguém sabe como utilizar aquilo! Eu, e o meu colega da Covilhã, que me pagou 14 euros para colocar aqui uma referência a ele, andamos a reparar nisto há uns tempos.

Partindo de uma base lógica: sem passadeiras, as pessoas prestavam atenção ao trânsito e atravessavam em segurança. Com passadeiras: atiram-se à estrada na confiança de que nenhum carro lhe pode tocar naquele espaço. Sim, há pessoas que julgam que as passadeiras são escudos. Naqueles riscos gatafinhados na estrada, ninguém me pode tocar, todos os carros irão parar ao aproximar-se do meu escudo. É o esconderijo do jogo da apanhada! Enquanto ali estiver, pode o mundo desabar que eu vou sobreviver, ali! Taxistas a grande velocidade e camiões desgovernados vão esbarrar no escudo e eu vou sair imune, do outro lado da estrada. Estúpidos! E depois há aquelas pessoas que se jogam, inevitavelmente, para cima dos riscos, quando estão veículos a passar. O pára, escuta, olha para esquerda e para a direita, não existe mais quando se descobre a magia de saltar para a passadeira quando os carros estão a chegar. É um misto de perigo e estupidez que faz do mais cuidadoso condutor, um serial killer. E é contra essas pessoas que me revolto. Não me aconteceu nem uma, nem duas, nem três, nem quatro, nem não sei quantas vezes. Mas já aconteceu. Vou na estrada, tranquilamente, e há pessoas que vão a correr em direcção à passadeira só porque está um carro a chegar. Atrás não vem carro nenhum mas a pessoa quer passar na frente do carro e passear as calças novas. Já vi pessoas junto a passadeiras e podem estar lá meia hora, contudo, assim que um carro se aproxima, faz-se luz, a pessoa lembra-se o que estava a matutar há dois quartos de hora, a vontade de atravessar a estrada.

Por isso, e porque ninguém me impede, lanço aqui o apelo: vamos acabar com as passadeiras. No sítio onde eu nasci, se procura-se uma passadeira sempre que quisesse atravessar a estrada, tinha de fazer 4 km para ir à horta buscar uma alface. E nunca ninguém foi atropelado naquela estrada! E vamos deixar de ficar à beira da passadeira até passar alguém. Se eu vejo um indivíduo junto a uma passadeira durante cinco minuto, não estou à espera que a pessoa se jogue à estrada naquele preciso momento. Pode ser? Um abraço.

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